
Fato é, no núcleo de tudo, que Amy tinha uma personalidade forte e a sua existência baseava-se no melhor, mas confuso: ela não vivia para com as coisas, mas para com as pessoas. É claro que gozava de bens materiais variados. Apesar de suas condições, optava pela simplicidade. Entregava-se às pessoas e sabia disso — daí o seu medo de tornar-se dependente. Queria aproveitar o que julgava melhor em sua vida. Quiçá antiquada, mas era ela e, oh, era terrivelmente difícil fazê-la mudar de opinião. (Ciclo❥Vicioso)